É normal que as organizações (empresas, universidades, escolas) coloquem regras no acesso Internet aos seus utilizadores, tudo para garantir a produtividade dos seus «assalariados» ou proteger as «crianças» de sítios cujos conteúdos não sejam adequados a quem os visita.
Por norma são definidas rotas de endereços e restrição de acesso a outros.
Por norma os utilizadores, com maior ou menor dificuldade, conseguem quebrar estas regras de acesso e no caso concreto de universidades e escolas, os alunos dizem, e com razão, “sabemos mais de Internet do que os professores”.
Quando navegamos na Internet, deixamos rastos por tudo quanto é sítio, o nosso IP é revelado, informações pessoais, informações acerca dos sites que visitamos, tudo isto é conhecido e nunca se sabe quem pode deter estas informações.
Quantas vezes queremos visitar um website na Escola ou no trabalho, mas o filtro web não nos permite? A solução será usar um Web Proxy e esconder a nossa verdadeira identidade na Internet (anonymous surf). Isto porque estamos a navegar com o IP do servidor e não com o nosso.
Um Web Proxy é semelhante a um motor de pesquisa (Google), mas ao invés de um assunto, vamos colocar o endereço do site que deseja aceder (ex: www.orkut.com, www.hi5.com).
Muitos desses sites (The Cloak, Proxify, Vtunnel, …) por vezes podem estar offline ou suspensos, pois tem havido um combate constante na Internet contra os proxy’s de navegação anónima. Normalmente apresentam publicidade nas páginas, visto ser um serviço gratuito. Outras vezes o próprio browser tenta bloquear o acesso a estes sites ou lança avisos sobre “certificado de segurança” dos sites, não reconhecido, etc.
Como o normal acesso à Internet também a navegação anónima tem os seus riscos. É bom estar atento…

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