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A Guinness é uma cerveja irlandesa cuja história teve início em 1759, quando Arthur Guinness alugou uma fábrica em Dublin, na Irlanda, e começou a produzir sua cerveja. Em 1862 adoptou a Harpa irlandesa como símbolo.

Com quase 300 anos de história, a cerveja Guinness é produzida com a mesma composição: malte irlandês, água de Dublin, lúpulo e levedura.

A cerveja Guinness é produzida localmente em 55 países e comercializada num total de 155 países, possuindo 80% de participação no mercado mundial de cerveja preta. Ao redor do mundo, 170 mil pubs consomem 10 milhões de copos (pints) de Guinness diariamente.


Os Kraftwerk ([ˈkraftˌvɛrk], fábrica de energia em alemão) é um grupo musical alemão que inventou um estilo de música pop totalmente feita e tocada por meio de sintetizadores, tornando a música electrónica mais acessível ao grande público, sendo os precursores de estilos como o techno e o electro, bem como a moderna dance music em geral.

A banda foi fundada por Florian Schneider e Ralf Hütter em 1970, mas contando sempre com a participação de outros músicos, sendo que muitos sequer chegaram a participar de algum disco. Entretanto, a formação mais conhecida, duradoura e bem sucedida foi aquela que se consolidou entre 1975 e 1987 e que incluía os percussionistas Wolfgang Flür e Karl Bartos.

As técnicas que os Kraftwerk introduziram, assim como os equipamentos desenvolvidos por eles, são elementos comuns na música moderna.


Keith Haring nasceu a 4 de maio de 1958, nos EUA. Desde cedo se tornou evidente a sua queda para as artes e activismo e cujo trabalho reflecte a cultura nova-iorquina dos anos 80.
Keith Haring começou a ganhar notoriedade ao desenhar a giz nas estaçoes de metro de Nova Iorque. Começou a organizar as suas primeiras exposições formais em 1980 no Clube 57 , que se torna um ponto de encontro da elite vanguardista.
Na mesma década, participou em diversas bienais e pintou diversos murais pelo mundo – de Sydney a Amsterdão e mesmo no Muro de Berlim.
Haring morreu aos 31 anos de idade, vítima de AIDS, tendo sido um forte activista contra a doença, que abordou mais que uma vez em suas pinturas.


Os Massive Attack são uma referência do pop britânico. O trio fundador Daddy G, 3D e Andrew Vowles reinventou a música negra dando uma nova cara ao jazz dos anos 70, ajudando a moldar a estética chamada mais tarde de trip-hop.

Quando no início da década de 80, um grupo de DJ’s formou um Sound System intitulado Wild Bunch, ninguém era capaz de prever a influência que o som de Bristol viria a ter na música das duas décadas que se seguiram. Em meados da década de 80, os clubes enchiam para assistir às actuações de Del Naja, Grant Marshall, Tricky ou Nelle Hooper (membros dos Wild Bunch), o fervilhar das noites inglesas antevia o aparecimento de algo grandioso.
Este movimento musical, que viria a ser baptizado de Trip-Hop pela influente revista inglesa Mixmag, rebentou em disco com o primeiro álbum dos Massive Attack. “Blue Lines”, editado em 1991, recebeu imediato reconhecimento por parte da crítica que viu no som da banda o alvorar de uma nova era. A confirmação deu-se com “Protection”, disco editado em 1994 e que contou com a colaboração de Tricky. O álbum valeu-lhes um BRIT Award em 1996 na categoria de “Best Dance Act”, distinção que recebeu uma resposta bem-humorada por parte da banda, que na altura afirmou que nenhum deles sabia dançar.
Editado em 1998, “Mezzanine” foi o primeiro sucesso planetário dos Massive Attack – o disco atingiu o primeiro lugar do top de vendas britânico e americano. O lançamento de “Mezzanine” levou a alterações nas apresentações ao vivo da banda, que começaram a incorporar mais músicos em palco – pela primeira vez apresentavam-se com guitarrista, teclista, baixista e baterista. Foi preciso esperar 5 anos para que a banda regressasse às edições discográficas. “100th Window” editado em 2003, entrou directamente para o top 10 Inglês, tendo mesmo alcançado o primeiro lugar. Passado um ano, surgiu a primeira incursão no cinema, através da criação da banda sonora para o filme “Danny the Dog”, escrito por Luc Besson. Mais tarde os Massive Attack viriam a colaborar noutros filmes como “Matrix” ou em séries como “Dr. House”.


Os Monty Python foram os criadores e intérpretes da série cómica Monty Python’s Flying Circus, um programa de televisão britânico que foi ao ar pela primeira vez em 5 de outubro de 1969. Como série televisiva, consistiu de 45 episódios divididos em 4 temporadas. Entretanto o fenómeno Python não se limitou a apenas isso, espalhando-se por shows, filmes, programas de rádio e diversos jogos de computador e livros, além de lançar os seus seis integrantes ao estrelato.

Originalmente composto por Eric Idle, Graham Chapman, John Cleese, Michael Palin, Terry Jones, jovens actores britânicos que implementaram um novo estilo de texto e representação, marcadamente anárquico e pautado pelo completo surrealismo das cenas. Também contavam com Terry Gilliam, cartunista que trabalhara na revista Mad.

O nome Monty Python foi escolhido porque eles o consideraram engraçado. No documentário Live at Aspen, de 1998, o grupo revelou como o nome foi escolhido. Monty veio em tributo a Lord Montgomery, um lendário general britânico da II Guerra Mundial. Python surgiu pois eles decidiram ter uma palavra que também soasse evasiva, e essa pareceu perfeita.

Os Monty Python introduziram num dos seus episódios o termo “spam” que hoje conhecemos.